A IBM criou um transistor inspirado no cérebro humano, já que o mesmo não possui fios metálicos para transmitir seus sinais. Assim como no sistema nervoso, a comunicação entre os neurônios é feita através de íons, geralmente cálcio e sódio, liberados por poros existentes nas células, os chamados canais de membrana.

Com esse mesmo princípio a IBM criou o primeiro transistor líquido, tendo como base não a corrente de elétrons e sim a corrente de íons, que nada mais é do que átomos eletricamente carregados.

Além da possibilidade de realizar cálculos, o novo componente líquido funciona como uma célula de memória não volátil, ou seja, que não perde os dados quando a energia é desligada, como os pen drives.

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