Estou desenvolvendo um sistema chash less (comprar sem dinheiro = armazenar crédito/dinheiro) com Arduino e o cartão RFID MFRC522, que utiliza uma função que o tipo de dados da variável buffer é byte (tem que ser) então será necessário converter o valor float para byte.

Atendendo sugestão do Mestre Rui Viana - Mineirin RV, abro este tópico para que as informações partilhadas possa servir a todos os companheiros do LdG.

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Boa noite, Ruyter.

A nível de curiosidade e segurança, há alguma proteção no conteúdo gravado? Alguma criptografia, por exemplo.

E sobre uma conversa que tivemos no chat há uns dias, funcionou o esquema de exibição do valor (a inserção de dígito por dígito e ir movimentando os números)?

Olá

O que existe nos cartões RFID é um padrão de procedimento para gravar adequadamente, o que não deixa de ser um tipo de criptografia, porem padronizada. Veja os detalhes: https://www.embarcados.com.br/rfid-cartoes-mifare/

Sobre visualizar a inserção dos dígitos a partir das casas decimais funcionou usando o tipo float/100. O valor "1" digitado era conhecido como 1,00 então dividido por 100 é reconhecido como 0,01. Funcionou obrigado.

   "porem padronizada"...    Um usuário desse sistema que entenda um pouco do assunto conseguiria então modificar/sobrescrever o valor R$ armazenado em seu próprio cartão e utilizá-lo normalmente?

Para gravação e leitura o procedimento precisam ser o padronizado pelo desenvolvedor, mas no sistema que estou desenvolvendo só aceitarão os cartões que estiverem cadastrados. 

De fato sua pergunta me fez pensar um pouco mais longe...

Não importa se o cartão esta cadastrado, alguém que tiver condições de alterar o valor gravado poderá fazer e quem tivesse utilizando este sistema, certamente teria prejuízo.

Neste caso então o cartão seria só para identificar o cadastro, e os dados de crédito deveria ficar em Banco de Dados.

RCB, bom dia,

veja se isto te ajuda.

https://www.ime.usp.br/~wbsouza/dissertacao.pdf

RV

Beleza, obrigado!

Só não vai ajudar porque minha cabeça não está a altura de compreender tudo aquilo, kkk

     Exatamente. Essa foi minha preocupação quando perguntei.

     Sobre o BD, foi uma solução que achei mais simples e eficaz quando precisei lidar com RFID num projeto antigo. Usei apenas para identificar o usuário.

     Outra vantagem de o conteúdo estar em um BD é que serve também como um backup dos dados dos cartões/tags. Para casos de corrupção/danificação ou perda do cartão/tag de um usuário, você só precisaria associar o novo identificador do cartão aos dados já armazenados no BD.

Certo, mas tudo que fiz foi um bom aprendizado até agora, com a ajuda do Mestre RV.

Acho que servirá pelo menos para testes e depois incorporar parte em outro sistema a ser desenvolvido.

Obrigado.

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